As recentíssimas manifestações sangrentas da Síria têm sido relegadas a segundo plano após um filme que, ao se referir a Maomé de forma desrespeitosa segundo o que se diz, pôs fogo no mundo muçulmano.
O Alcorão não é uma leitura ofertada facilmente no Ocidente, de modo que muitas coisas que ali estão escritas a maioria de nós desconhece, mas, diante das ações da Al-Qaeda, do Talibã e de outros núcleos de fundo religioso islâmico que têm em suas palavras a orientação para se conduzirem, nos parece que não há ensinamentos naquele livro que levem à reflexão, ao pensamento íntimo, à tolerância, à elevação espiritual.
Chega-nos a impressão - que deve estar errada - que tudo no Alcorão é ação muscular; é reação; é movimento com força e intensidade na defesa da fé a qual se faz necessário.
Parece-nos que a liturgia é muito mais importante do que as práticas que levem a aproximação entre os homens e Deus.
Religião de mãos dadas com espadas, com armas e bombas são coisas que não combinam na essência de tudo.
Esperemos muito que estejamos muito equivocados com o que existe no livro sagrado dos muçulmanos e que a paz seja selada o quanto antes.
Emanuel (Deus conosco!).
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Em tempo:
Excelentes os comentários de Ali Gomaa, a maior autoridade sunita do Egito.
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Excelentes os comentários de Ali Gomaa, a maior autoridade sunita do Egito.
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