O sr. José Maria Marin, presidente da CBF, traz a estarrecedora notícia de que a CBF não tem poder para escolher os adversários para amistosos.
Como o café, a soja e o minério, produtos de exportação brasileiros, o futebol também o é. É uma marca valiosa e assim deve ser tratada, e não diminuída.
Se o contrato com a empresa árabe não permite a escolha de adversários, é um contrato assinado pela parte da CBF através de uma mão criminosa; um crime contra a economia e a honrada tradição futebolística brasileiras.
Jogar contra africanos desconhecidos, chineses e afins rebaixam o interesse e, por conseguinte, os pagamentos pelos jogos, pois sugere nesta linha que a Seleção Brasileira faz qualquer negócio, como uma meretriz de baixa categoria.
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