sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Plantação e colheita

Culpam-se as políticas de defesa pública dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro pela onda de crimes que acontecem na capital bandeirante e em Niterói.
É apenas exploração política do momento, a mesma política que ensejou justamente esta onda de crimes.

Por décadas Brasília sinalizou, executou e exportou corrupção e suas impunidades, e o resultado não poderia ter sido outro.

Diz-se também que o estado é ausente. Não é não. É participante, é comparsa, é criminoso tal qual a milícia que o representa no fim da cadeia criminosa, cuja gênese dá-se no mais alto escalão do governo, como se viu pelas condenações do STF.
Começou com outros no passado, chegou ao auge com o sr. José Dirceu, símbolo maior do poderio soberbo, até Jerominho, vereador do Rio de Janeiro. É clara a pirâmide.

O exemplo veio de Brasília e suas consequências estão fora de controle, pois o contingente, a rede de corrupção e os crimes de sangue, é muito maior do que a capacidade das forças organizadas por detrás da letra fria do código penal inibir.

Cabe a nós, eleitores, mudar isto, mais uma vez. Através do nosso voto, devemos desentocar as ratazanas.
Mas devemos ter uma reforma política e acabar com muitas coisas e, dentre elas,- apenas um exemplo - com a figura do suplente, que nem sabemos quem é.

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