O sr. Lula está progredindo na ação de juntar vários ressentimentos num saco só: o de
d. Marta Suplicy, o do sr. João da Costa e o do ministro Gilmar Mendes.
Mais veladamente o de d. Dilma e, mais antigo e já um tanto esquecido, o
do sr. Ciro Gomes. Tudo numa sequência.
Não se pode esquecer, haverá, provavelmente, mais um em curto espaço de tempo: o do sr. Humberto Costa, o candidato do sr. Lula, imposto no lugar da candidatura espontânea do sr. João da Costa, segundo dizem.
O sr. Humberto parece estar enfraquecido diante da decisão do PSD do sr. Eduardo Campos de lançar candidato próprio, uma vez que havia um certo acordo deste partido apoiar a indicação do ex-presidente.
A ser verdade, o candidato do PT ficaria, assim, com apenas uma função utilitária de vontades que não a sua.
Não se pode esquecer, haverá, provavelmente, mais um em curto espaço de tempo: o do sr. Humberto Costa, o candidato do sr. Lula, imposto no lugar da candidatura espontânea do sr. João da Costa, segundo dizem.
O sr. Humberto parece estar enfraquecido diante da decisão do PSD do sr. Eduardo Campos de lançar candidato próprio, uma vez que havia um certo acordo deste partido apoiar a indicação do ex-presidente.
A ser verdade, o candidato do PT ficaria, assim, com apenas uma função utilitária de vontades que não a sua.
O PT não tem necessitado de lutar com a oposição. O fogo amigo está beirando a incêndio nas suas hostes.
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| Vaga-lume |
Se coisa remota há poucos meses, o sr. Lula está demonstrando que não sabe fazer política de articulação e inteligência.
Delineia-se
a verdadeira estrutura do ex-presidente, a de imagem de um projeto propagandístico e à
frente de outrem. Sugere-se a surpreendente possibilidade de ter sido
apenas uma voz à frente de uma máquina que o sustentava enquanto
constitucionalmente poderoso, embora não percebida pela própria
estrutura, que acreditara na concretude da miragem criada.
Livre e solto no processo, com independência de
protocolo e cuidados constitucionais ligados ao cargo que ocupara, agregando-se aí uma vaidade que salta aos olhos há tempos, ainda com a fosforecente luminosidade do sucesso
mercadológico pirilampo na aurora de um novo tempo, vai tropeçando aqui e
ali nas próprias pernas, sem o GPS da prudência
Um títere, hipoteticamente pensando-se estadista, faz menos mal que um político tido como um expoente em humanidades e sagacidade práticas, a enganar a si e a todos, enquanto boneco manipulável.

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