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| Circo Barum, Alemanha. |
Já nascera morta, uma vez que não há sentido em se fazer investigação sobre algo que já foi investigado.
Se a CPMI tem foco político, então quebras de sigilo e coisas policialescas já teria cabido à Polícia Federal.
Foi clara a intenção de se trazer à luz dos holofotes, à banda de música, às flâmulas, a participação de um governador de oposição, que não disse coisa com coisa a seus convocadores, que, por sua vez, não tinham fundamentação para ter iniciado tal pantomima, que não tiveram como contestar estrondosamente - seu objetivo final - o depoimento dado.
Agora não sabem o que fazer, esvaziados da pueril trama desta peça teatral, tão circense a ponto de se ouvir palmas ao fim da sessão.
Palmas? Numa CPMI?
Façam-me o favor!
Deixem a Polícia Federal e o Judiciário tratar de coisas que lhe dizem respeito, srs. parlamentares, e vão trabalhar, promover este país; criar diques; há uma onda internacional chegando às praias!

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