A reportagem da revista Carta Capital, que trata da suposta propina recebida pelo ministro Gilmar Mendes, é surpreendente.
E por dois motivos: o primeiro, pelo impacto da notícia à primeira vista; segundo, pelo desmentido por quem, também supostamente, teria pago o afago financeiro.
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| Reproduzido do site da revista Carta Capital |
A valer a acusação de ter tendência petista, a dar ouvidos a seus críticos de ser uma revista chapa-branca, terá as costas quentes para não ser confrontada na Justiça? Neste aspecto estaria totalmente fora de cogitação não ser indiciada, coisa que o ministro já diz que a processará em seguida. E aí? Qual o custo desta aventura não só financeiramente numa eventual penalidade?
A ser verdade o que martelam também seus críticos, no entanto, já fez sua parte, que é sugerir haver fumaça onde há fogo e que o ministro se torna uma pessoa suspeita desde já.
A ser verdade o que publica, estaria o sr. Marcos Valério a tentar apenas se beneficiar da simpatia do voto do ministro ao acobertá-lo nesta negativa de autenticidade?
Dizem ter a mentira pernas muito curtas.
Nos próximos dias veremos os desdobramentos deste caso, quem fala a verdade e qual mentira coxeia mais, mas uma coisa é certa: não ficará barato para quem levanta falso testemunho.
A não ser que o silêncio que dilui a memória interesse a todas as partes.

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