![]() |
| Casa colonial em Porto Príncipe no século XVIII |
O governo brasileiro entrou em entendimentos com o do Haiti para a criação de uma força armada contra agressão externa, presume-se.
Neste sentido, não haveria outras prioridades àquele país devastado por todo o tipo de problema? Não seria melhor escolas técnicas desvinculadas, por exemplo? O que teria o Haiti, além do capital humano, de interessante a eventuais piratas?
Se a intenção é a de, através da disciplina vertical, pôr ordem no caos em que o Haiti se encontra há muitas décadas, não fica tão estranha assim a ideia, mas já sabemos que o comércio de armas é a maior fonte de receitas no comércio mundial e também uma grande origem de corrupção.
Esperemos que o bom senso seja a bússola de ambos os países.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comentários com crítica serão sempre bem-vindos, desde que não haja ofensa a qualquer pessoa, cuja avaliação é feita discricionariamente pelo moderador.