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| São Cristóvão |
No Brasil, já se disse várias vezes, há lei que pega e lei que não pega. Nenhuma novidade, mas sempre um espanto.
Os caminhoneiros resolveram fechar uma das artérias do país - o que expõe um outro assunto grave em nossa pátria, que é o de falta de rodovias e suas conservações - simplesmente porque não gostaram da lei 12619, de 30/04/2012, que regulamenta a profissão e exige a jornada a horas compatíveis com a saúde humana.
O Ministro dos Transportes, sr. Paulo Sérgio, está discutindo com os sindicalistas ligados à classe uma saída para a crise.
Discutir uma lei, descobrir uma saída? Mas como isto?
Como ficam, enquanto discutem a lei, a economia e a saúde das pessoas retidas? As crianças presas aos veículos em engarrafamento? As ambulâncias em trânsito com doentes? Os eventuais carros de bombeiros em atendimento de chamados?
Quem vigia o cumprimento das leis? Não seria o caso de uma tropa de choque, munida apenas de cassetetes e algemas, em número proporcional a quatro para um grevista, levar todos para a delegacia e rebocar os caminhões para o acostamento?
Isto é outro exemplo de como os sindicatos tomaram conta do poder público. Valha-nos, São Cristóvão!

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